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Vamos falar de maternagem sincera?

“Mari, escreve no blog da Coloreh sobre um tema no universo da maternidade que te deixe feliz e a vontade?”

Um tema que me deixe feliz e à vontade… Eu sou Mari e essa frase ficou retumbando na minha cabeça por dias, mexeu comigo de uma forma que cheguei a pensar em não escrever nada. Até que eu entendi o motivo: não quero escrever porque não estou bem comigo mesma, principalmente no assunto maternidade. 

Sabia que depressão pós parto é algo super comum e existem mais de 2 milhões de casos por ano só no Brasil? 

Pois é! Eu tive, demorei muito pra entender, aceitar e tratar. Por sorte sempre tive muitas pessoas inspiradoras por perto, essas pessoas me alertaram e me fizeram perceber que tava na hora de falar sobre isso. 

Quando nasce um bebê nasce também um amor que não dá pra explicar. No dia que Chico nasceu, há 1 ano atrás, olhei pra ele e imediatamente pensei: “pronto, encontrei o meu dom. Entendi o que eu vim fazer nesse mundão de meu Deus, ser a mãe do Chico”. Com o tempo entendi que junto com esse amor nasceu também uma insegurança que eu não conhecia. Nasceu a incerteza, o medo, o caos, a fragilidade e a tristeza. Parecem sentimentos comuns, mas com uma intensidade muito maior do que eu jamais poderia imaginar. 

No dia que eu soube que estávamos grávidos, disse pra uma amiga que queria que meu filho tivesse muito orgulho de mim. Que a partir daquele momento eu faria de tudo pra ser uma pessoa incrível o suficiente pra ele se orgulhar. Ela me respondeu: que incrível é aquilo não existe. Opa! Que horror, miga!

Um ano depois e eu entendi aquele recado, a maternidade vem como um trator. Atropela a gente, transforma a gente, vira a gente de cabeça pra baixo. Insistir em criar uma maternagem que não está ao nosso alcance gera frustração em um momento em que estamos muito vulneráveis. 

Sou a mãe que eu posso ser. Depois desses dias pensando num tema que me deixasse feliz e à vontade em escrever, eu cheguei à conclusão que é a maternagem sincera. Aquela que está ao nosso alcance, é ela que me faz ser feliz todos os dias, mesmo vivendo entre muitos momentos de vulnerabilidade.

Ontem contei pro Chico que sou uma mulher muito insegura e indecisa. Disse também que nada disso me faz deixar de acordar todos os dias muito feliz por ele ter me escolhido pra ser sua mãe. No fim da conversa pedi que ele apontasse meu nariz se ele tivesse entendido meu recado. Ele riu enquanto mamava e colocou o dedinho indicador bem devagar na ponta do meu nariz.

Ou seja, aceita essa tristeza porque ela faz parte do processo e te oferece os momentos mais especiais da maternidade. 

A minha maternagem é sincera. Como é a sua? 

coloreh maternidade

Texto por Mariana Antonoff, mãe do Chico e uma das mulheres mais inspiradoras que a coloreh® conhece.

Foto por Patrícia Sales.

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Sobre ser tia…

Escrever sobre o sentimento mais profundo, incondicional e arrebatador que sinto. Isso é esse texto pra mim.                                                                

Para começar, vale dizer que não sou mãe e que talvez isso faça eu sentir tão profundamente tudo que sinto pelos meus pequenos. E acho que também vale compartilhar que sou irmã gêmea da mãe dos meus sobrinhos. Univitelinas, nascidas com apenas 3 minutos de diferença.                  

Eu e a Mi sempre tivemos uma conexão e cumplicidade gigantescas. Passamos por todas as fases da infância e adolescência juntas. Primeiro acampamento da escola, primeira paixão, as competições de natação, primeiras festinhas,  entrada na faculdade, aulas de inglês e espanhol e todas as alegrias, medos, incertezas e conquistas que essas fases trazem para nossas vidas.                                                                      

No começo da fase adulta, porém, começamos a viver momentos um pouco diferentes. Ela se casou. Eu continuei solteira. Eu casei e ela permaneceu casada. Ela engravidou. E eu me separei.  E foi nesse período, quando nossas vidas tomaram rumos tão distintos, que nos aproximamos da forma mais visceral das nossas vidas. Através de um sentimento que nenhuma de nós tinha sentido até então. Um amor que faz o coração bater fora do peito, que faz tudo parecer que não fazia sentido até então, que dá um medo e uma alegria difíceis de descrever em palavras.                                    

Me lembro que logo que o Arthur foi pra casa (meu primeiro sobrinho que hoje tem 4 anos e meio), nós ficávamos olhando pra ele no berço e tendo acessos de choro e risos juntas, tentando entender tudo aquilo que estava acontecendo. E a única coisa que tínhamos certeza é que ela tinha se tornado mãe e eu tia-gêmea.                                           

Desde então, muitas descobertas e evoluções aconteceram e ver cada uma delas é uma alegria sem fim. Depois do Arthur veio a Alice, que hoje está com quase 2 anos e já mostra desde bem pequenininha que gênio forte vem de berço. Eles me chamam de um apelido que o Arthur me deu assim que começou a falar: Nine. E cada vez que ouço algum dos dois me chamar assim parece que meu coração vai sair pra fora da boca de tanto amor. Parece que ele fica tão grande que não vai mais caber no peito.  Mas cabe. Cabe e continua lá, batendo mais forte cada vez que um carinho é retribuído, que um sorriso é dado de maneira sincera, que um abraço é dado para demonstrar o carinho, amor e agradecimento, que uma brincadeira termina e eles falam: de novo Nine. E assim vou acompanhando – o mais de perto possível – o como é divino ver um ser humano se formar, como é especial ver o amor entre irmãos brotar de maneira pura e deliciosa e como é maravilhoso sentir esse sentimento.                

Hoje, prestes a completar 35 anos, sempre que penso em tudo que conquistei até aqui como mulher, profissional e ser humano, sempre chego à conclusão que ser tia desses dois é a maior riqueza que eu poderia ter. É a maior benção que eu poderia viver. Nada é mais importante do que estar com eles. Nada me faz sentir tão viva, tão presente, tão tia.                                

Texto por Aline Rossin. 

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Cheirinho de Neném

Em um planeta tão vasto e diferente, se existe um consenso que transcende fronteiras, etnias e religiões é de que não existe coisa mais gostosa do que “Cheirinho de neném”. ALGO simplesmente adorável, sublime e completamente irresistível. Basta chegar perto de um bebê para que seu corpo inteiro se prepare para absorver com extrema satisfação uma essência quase mágica.

Pois se não fosse etérea, alguém já teria engarrafado, embalado e estaria rico, vendendo esse perfume para o mundo inteiro. Mas isso é simplesmente impossível de acontecer porque esse elixir, para ser completo, precisa de um ingrediente incapturável: “inocência”.

Não estou me referindo àquele romance do Visconde de Taunay e nem mesmo ao município do Mato Grosso do Sul. Estou falando da mais pura inocência, ou o excesso de ingenuidade, condição presente apenas nos nenéns. É esse aroma da inexperiência que dá aos nossos pequenos uma propriedade especial.

A fragrância de nunca realmente ter tido um pensamento negativo, de nunca ter levado bronca, nunca ter se atrasado, errado o caminho do waze, pedido uma comida estranha no restaurante, mentido para alguém, ido mal na prova ou ter tido um dia ruim no trabalho. Um frescor único de quem ainda não criou calo nos pés ou na conciência pois ainda não tem uma memória guardada.

É esse livro ainda sem capítulos, este ser ainda sem palavras, essa história ainda não contada que faz do neném algo único, especial e com um perfume altamente hipnotizante, digno de mães grudadas, pais babões, vovôs corujas, vovós orgulhosas e muitos outros parentes e amigos cheios de sorrisos e preparados para dar aquela fungada gostosa.

Então, seja na sua família, círculo de amizades ou em qualquer outro lugar no qual você tenha a oportunidade de chegar realmente perto de um desses seres humaninhos, verdadeiros sachezinhos de inocência, que perfumam e alegram o planeta, aproveite, deixe todos os pensamentos e barreiras de lado e sinta, novamente, o melhor cheiro do mundo.

Por Cassiano Leonelli. 

Por Cassiano Leonelli

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Meu parto de Bernardo por Thiago Kaczuroski.

Antes que você diga: Seu uma ova, cara pálida!, eu sei que quem trouxe ele ao mundo foi a mãe. Esta é apenas a minha visão de tudo o que aconteceu esta semana.

Dos sustos desde o “Acho que estou grávida”, nenhum se compara ao “A bolsa estourou”. Assim, sem cerimônia, às 4h da manhã de sábado para domingo, ela levanta da cama e diz: “Kazu, a bolsa estourou”. Não estou com o Guinness aqui à mão, mas acho que sou o recordista mundial de salto-em-altura-cama-solo. No ar, ainda consegui vestir uma calça, camiseta e escovar os dentes, antes que os pés encostassem no chão.

Como boa parte dos nossos conhecimentos científicos vêm dos filmes, bolsa rota = “ai meu deus está nascendo olha a cabecinha ali vai nascer no táxi e vamos batizá-lo de Indianópolis ou Pedro Álvares Cabral por que diabos nós não temos um helicóptero?” Mas não é bem assim…

Quando Cecília veio com essa história de parto humanizado, pensei: ih, já está inventando moda. Por que não fazer o que o plano cobre, com hora marcada etc.? Algumas dúzias de links (reports diários enviados para o meu e-mail) eu já estava meio convencido. Um par de reuniões com pediatra e doula, abracei a ideia e achei que o certo mesmo seria Bernardo vir ao mundo com o máximo de respeito que a gente conseguisse, para ele e para a mãe.

Voltando à madrugada de domingo, alguns telefonemas nos acalmaram: bolsa rota assim, como estava, (só um pouquinho) é só o começo… Voltamos tentar dormir e agendamos um exames para saber como ele estava. No fim de Corinthians x Flamengo (você me deve essa, molequinho, só aceito pagamento in loco, no Itaquerão, lá pelo Brasileirão 2019) saiu o resultado de que estava tudo bem, e o jeito era esperar.

A segunda-feira foi de enorme expectativa: Acupuntura, doula, obstetriz, todas de olho pra ver se ele queria sair. A cada “Ih, ainda não chegou a hora” batia uma angústia… O plano era internar na terça de manhã.

Era.

Às 20h, vimos o que é uma bolsa realmente estourar. Toca chamar o vovô e partir pro hospital.

A madrugada foi a do maior perrengue que passamos no casamento até então. Em uma sala de pré-parto, eu e ela medindo o tempo e segurando a barra de contração em contração. Às 4h e pouco, não conseguimos e chamamos a doula, que chegou em minutos. E mudou completamente o ambiente. O que era dor e medo virou força de vontade (e vontade de ver logo a carinha dele). Não sou muito de acreditar em dom, mas o que essas mulheres (Tatiana, a doula, Ana Paula, a obstetra e Maíra, a obstetriz) fizeram, é algo que não sei explicar. A maior combinação técnica + tato que eu já vi. E como acalmar alguém na iminência de 4kg de uma pessoinha tão frágil e tão esperada passar por ali? E não sei, mas elas conseguiram.

Às 14h uma pequena decepção: as contrações pararam. Totalmente. A perspectiva de mais uma noite de sofrimento era bem real, e a gente ficou meio assim… Mas não era hora de desanimar, eu não podia deixar Cecília pra baixo. A equipe também decidiu que não: duas horas depois, estávamos na sala de parto com um soro com “um cheirinho de ocitocina”. Demorou pouco pras contrações voltarem: exatos três minutos.

O Racional x o Primitivo

Nessa história toda de parto, nosso lado racional e nosso lado mais primitivo ficam nos jogando de um lado pro outro num jogo bem cruel. O pai, geralmente, tenta assumir mais do que sua capacidade racional para deixar a mãe colocar seu lado bicho para fora. Com a gente foi meio assim.

Por mais que eu ajudasse no que dava, um parto é um lance muito mais “delas” que “nosso”. Faz uma massagem aqui, leva água acolá, mas o vulcão está dentro dela, não de mim. Não dá sequer pra imaginar o que está se passando por ali.

Eu estava assim, meio deslocado, até um momento bem específico: ela estava no chuveiro, eu sentei ao lado da banheira em uma bola de Pilates (recém-entrada no Top 10 invenções da humanidade, pelo menos aqui em casa) e ficamos ali conversando. Relembramos histórias engraçadas, listamos nossas situações engraçadas dos últimos 5 anos, conversamos sobre como gostaríamos que ele fosse e tivemos um papo tão gostoso quanto aqueles do começo do namoro — com a diferença de que eram interrompidos a cada 3 minutos com uma contração feroz (adjetivo aqui usado em seus múltiplos sentidos).

Na hora achei que era papo da doula, mas agora, olhando friamente, acho sim que aquele momento ajudou no desenrolar da história toda. E ajudou nossa vida como um todo, isso certamente.

Quando ela achava que ainda faltava muito, veio um convite para sentar numa banquetinha sem fundo. Saquei na hora que havia chegado o que a gente tanto esperava — e temia.

“Oi Ana Elisa, pode vir. Dez minutos”. Parece banal, mas o telefonema que ouvimos de soslaio era a chamada para a pediatra chegar. Aquela que só chega quando a criança nasce.

Para quem — como eu — é totalmente ignorante de como funciona um parto normal, é basicamente assim: Sangue, Suor e Lágrimas. Vez ou outra acompanhados de outras manifestações do corpo que a vida longe da natureza nos condicionou a esconder. Para um marido que acompanha a mulher nessa situação, pouquíssimas coisas relacionadas ao corpo continuarão sendo tabu.

“Está sentindo essa coisa durinha aqui?” — perguntou a obstetra. O sim indicava menos de 5cm ainda dentro do corpo. “É a cabecinha dele”. Foi a maior engolida de choro que dei na vida. Estava perto. Muito perto, mas eu só pensava em segurá-la (fisica e emocionalmente) porque imaginava que essa reta final seria extenuante.

O choro (o meu) veio minutos depois, quando a médica perguntou se eu queria ver algo que elas estavam achando muito interessante. Estiquei a cabeça e vi — ainda que muito pequeno — um pedaço do meu filho, ali, prestes a revelá-lo por inteiro. O quase agora parecia que nunca ia passar.

Informação demais também gera preocupação demais, diz o poeta. Vai faltar oxigênio, vai engolir mecônio (o nome bonito que dão ao cocô que o bebê faz ainda na barriga), vai quebrar algum osso na passagem… todas essas coisas vinham e iam da cabeça naqueles minutos, e não há pensamento positivo que chegue para afastar a preocupação. O jeito era esperar.

Demorou mas veio… Em gritos que ela jamais vai conseguir reproduzir, com o corpo fazendo algo que jamais vai conseguir fazer de novo, nosso filho chegou. Um amontoado roxo que em segundos foi se abrindo em mãozinhas espertas, perninhas vivas que só e um rosto com expressões que tentavam entender o que havia acontecido. Assim como nós.

Aqui as lembranças começam a ficar nebulosas, a ordem das coisas é contada de um jeito por mim, de outro pela mãe, mas algo que ficou gravado na memória foi o momento em que ele abriu os olhos, encontrou o da mãe e ela disse “Oi”. E desde então eles estão se entendendo na relação mais bonita que pode haver no mundo.

Pode ser que agora eu vire um daqueles chatos que vão tentar evangelizar novos pais para o parto humanizado. Juro que tentarei não ser esse cara. Também não vou achar quem opta por uma cesárea menos pai/mãe. Isso é bem ridículo. Mas se você me perguntar se eu recomendo a você passar uma experiência que vai mudar sua vida, que vai te fazer enxergar seu filho de um jeito especial, que vai estreitar os laços do casal, que estamos há 5 dias tentando comparar com alguma experiência possível (ir ao espaço até agora está ganhando), me parece que a resposta é muito clara.

Texto por Thiago Kaczuroski

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Você sabe quem faz suas roupas?

Olá, a Coloreh® quer se apresentar ou se reapresentar para você! 🙂 

Vamos falar mais sobre nós e alguns detalhes importantes sobre as peças da Coloreh® que vestem seus filhos, sobrinhos, netos, filhos de amigos, afilhados, irmãozinhos e outras muitas crianças FOFAS E MARAVILHOSAS por aí. 

Primeiro, prazer! Sou a Isa, sócia da Coloreh® e quem costuma escrever por aqui. E a maior fonte de inspiração pra tudo por aqui é a Mariana, mãe e também sócia da Coloreh®. Somos só nós duas desde o começo em 2016… até hoje, somos amigas desde os 10 anos, nascemos em Piracicaba, estudamos juntas, éramos vizinhas e permanecemos amigas mesmo depois de 20 anos de convivência e 2 de sociedade. Não sei como, mas tá dando certo.

Agora, sobre a COLOREH®: 

EMPREENDEDORISMO MATERMO 

Sim! A Coloreh® é fruto do empreendedorismo materno, não só porque uma mãe cuida da marca, mas porque a Colore®h nasceu como uma nova possibilidade de emprego e, claro, fonte de renda para a Ma, que virou mãe e estava trabalhava em uma grande indústria… Ou seja, o mercado formal não estava dando flexibilidade para ela criar o filho e a Colore® foi surgindo, ao poucos. como idea entre nós. Estava claro pra nós que a rotina da Ma estava complicada entre trânsito, bater ponto e conseguir ter um tempo saudável em casa pra cuidar do Nuri e depois de um ano nesse dilema, ela pediu demissão e um ano depois abrimos a Coloreh®. Empreender também não é nada fácil ou pouco corrido, claro! Mas pelo menos te dá uma “maior liberdade” de rotacionar prioridades, conseguir dar mais atenção pra primeira infância ou simplesmente decidir acolher o pequeno num dia de inteiro de febre sem “pegar mal” com o chefe. Enfim, empreender é um grande paradoxo, nós sabemos. Mas acreditamos que esse caminho é mais sustentável e gratificante. 

RESPONSABILIDADE AMBIENTAL

Sempre nos incomodou falar sobre responsabilidade ambiental, porque nos parece confuso estar produzindo e de alguma forma estar sendo responsável. Afinal todo tipo de consumo é de alguma forma um pouco irresponsável. Mas nóias a parte e tendo isso dito, vale dizer que… dentro do que conseguimos fazer no nosso dia a dia e mercado pra que esse mundão gire melhor, estamos fazendo e queremos melhorar. No momento evitamos uso de plástico na maioria dos nosso canais e optamos por embalagens recicláveis nas feiras e envios por correio. E boa parte dos nossos tecidos são feitos de fibras naturais, ou seja, 100% algodão ou são de matérias prima reciclável (PET RECICLADO). 

EU SEI TÔ ESCREVENDO MUITO, MAS ESSE É O ÚLTIMO ASSUNTO, PROMETO!! 

PEQUENO MAS FORTE

A Coloreh® é pequena, ou seja, quem faz suas roupas são duas mulheres (nós) e seus parceiros terceirizados que também são pequenos, são independentes e correm na mesma direção que a gente: produtores que procuram uma forma de trabalhar mais flexível e autônoma. São pais de famílias, casais e mães talentosas. Sozinhas, de fato, não somos tão fortes, mas quando junta todo mundo… NINGUÉM SEGURA! Rs! Enfim, brincadeiras à parte, temos orgulho de sermos pequenas e acreditamos nessa rede apoio ao pequeno produtor. Tanto do lado da compra, quando do lado da produção. Todo tipo de incentivo é bem-vindo e faz com que a economia brasileira gire por novos caminhos… às vezes bem mais saudáveis e criativos!

🙂

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